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10 Coisas Que o Ministério de Joseph Smith Nos Ensinou a Respeito de Jesus Cristo

janeiro 17, 2014 por · 3 Comments
Arquivado como: Doutrinas 

O dia 23 de dezembro de 2013 marcou o 209° aniversario de Joseph Smith. Embora ele seja o primeiro profeta de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, algumas vezes chamada de Igreja Mórmon, é altamente estimado por seus membros por ser o profeta pelo qual a antiga igreja de Cristo foi restaurada, os membros da Igreja praticamente não comemoram seu aniversario. Isto se deve ao fato que seu aniversario se encontra muito perto do Natal, e apesar de os Mórmons serem gratos pelas suas contribuições, eles adoram Jesus Cristo, e por isso, o Natal é muito mais importante. Neste artigo eu gostaria de ressaltar as dez coisas mais importantes que o ministério de Joseph Smith nos ensinou a respeito de Jesus Cristo. Elas são provenientes da sua tradução do Livro de Mórmon e da Pérola de Grande Valor, assim como suas revelações de Doutrina e Convênios.

10. Jesus o conhecia pessoalmente.

A-Primeira-VisaoQuando Joseph Smith orou por orientação, ele recebeu a visita pessoal de Deus o Pai e Jesus Cristo. Ele aprendeu que Jesus o conhecia. Este é um exemplo poderoso de como podemos interagir com Jesus diariamente.

9. Os sacrifícios do Velho Testamento era um símbolo do sacrifício de Jesus Cristo.

Profetas-AntigosJoseph Smith ensinou que os profetas antigos sabiam do futuro advento de Jesus Cristo, e que os serviços de adoração realizado pelos Israelitas incluía sacrifícios que os lembravam Dele.

8. A Ressurreição é um dom gratuito para toda a humanidade.

Ressurreicao-de-CristoJoseph Smith ensinou que a ressurreição de Jesus Cristo foi real, e que esta foi necessária para que toda a humanidade pudesse ser ressuscitada. No Livro de Mórmon aprendemos que a ressurreição é um dom da graça de Jesus a todos nós e a todas as coisas vivas.

7. Jesus sofreu por todos os nossos pecados

Expiaçao-de-CristoAlém de sofrer pelos nossos pecados, quando Joseph traduziu o Livro de Mórmon, ele aprendeu através dos ensinamentos do profeta Alma que Jesus sofreu por todos as nossas dores e sofrimentos, para que Ele pudesse nos confortar e nos ajudar. Esta doutrina pode nos ajudar nas horas mais difíceis.

6. Ele criou a Terra

Criaçao-da-TerraTemos muitos motivos para ser grato a Jesus Cristo. Joseph Smith adicionou algo mais: A Criação do Mundo. Jesus Cristo criou o mundo sob a direção de Deus, o Pai. A criação permitiu que tivéssemos corpos físicos assim como o sofrimento de Jesus por nossos pecado nos permite ter uma vida espiritual.

5. Jesus visitou as Américas

Jesus-visita-as-AmericasNo Livro de Mórmon, que Joseph Smith traduziu, aprendemos que Jesus Cristo retornou a terra depois de sua ressurreição para visitar um grupo de antigos habitantes do continente Americano. Durante a Sua visita, Jesus ensinou muitas das mesmas doutrinas que Ele havia ensinado no Novo Testamento, como o Sermão da Montanha, ou a importância de nascer de novo, e também doutrinas que atendia as necessidades daquele grupo em particular, como a importância da sacramento da ultima ceia do Senhor.

4. O sofrimento de Jesus salvou muitas mais almas

Jesus-morre-na-cruzAlém daqueles que tem a oportunidade de aceitar Jesus Cristo, Joseph Smith ensinou que o sofrimento de Jesus tinha o poder de salvar muitas mais pessoas, incluindo as crianças que morreram sem serem batizadas, e as pessoas que viveram sem nunca terem ouvido falar Dele.

3. A Influencia de Jesus nos concede uma consciência

Jesus-ensina-criançasO Livro de Mórmon ensina que a habilidade inerente dos homens e mulheres de saberem a diferença entre o certo e o errado é proveniente de Jesus Cristo. Ela é chamada de a “Luz de Cristo”. Compreender que Jesus ajuda a aumentar a nossa consciência amplia a importância de seu papel.

2. A graça de Cristo transcende a redenção dos pecados

Familia-orandoJoseph Smith ensinou que a graça de Jesus Cristo é forte suficiente para nos ajudar além da redenção de nossos pecados. Ele nos ajuda a viver vidas mais cristãos através do serviço, estudo e oração.

1. Ele vive

Jesus-CristoO poderoso e profundo testemunho de Joseph Smith a respeito de Jesus Cristo, “E agora, depois dos muitos testemunhos que se prestaram dele, este é o testemunho, último de todos, que nós damos dele: Que ele vive! Porque o avimos, sim, à direita de Deus; e ouvimos a voz testificando que ele é o Unigênito do Pai”.

Encontrar Paz em Cristo

novembro 14, 2013 por · 1 Comment
Arquivado como: Ensinamentos, Fé e Desafios 

Por Stacey Chipman

mormon-oracao6Eu estou escrevendo este artigo em um momento bem atribulado de minha vida. Minha família se mudou para um lugar bem distante, largamos o emprego, encontramos outro, não conseguimos vender a casa, compramos uma casa nova, ajudamos minha mãe a vender e comprar outra casa, e ajudamos nossos quatro filhos a se adaptarem a uma nova vida em um novo lugar. Não preciso dizer que os últimos meses foram conturbados. Como membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, muitas vezes chamada também de Igreja Mórmon, eu fui recebida de braços abertos por uma nova congregação, e isto certamente ajudou.

No meu recente estudo do evangelho eu aprendi que apesar de os eventos que estavam acontecendo ao meu redor não fossem fáceis de se lidar, eu tinha sido abençoada com paz interior. Refletir a respeito disto me fez sentir tão grata ao meu Salvador e ao meu Pai Celestial. Eu espero que você me permita compartilhar de um modo muito pessoal e intimo quatro coisas que aprendi sobre mim mesmo e como receber a paz de Cristo.

Lição 1: A Paz Interior Pode Ser Obtida Quando Procuramos Estar Cheios de Amor, o Oposto do Medo.

Elder Richard G. Scott, na ultima Conferencia Geral Mórmon, fez um discurso intitulado “Para Ter Paz no Lar”. Ele iniciou o discurso dizendo que muitas vozes mundanas do nosso cotidiana nos dizem que devemos viver em ritmo frenético. Sempre há mais para fazer e mais para realizar…

Tais negócios e frenesi podem roubar nossa paz. Temos receio de que não estamos fazendo tudo, temos medo de que não estamos fazendo o suficiente, temos medo de que estamos fazendo errado, temos medo de que não estamos sendo bons o suficiente, temos medo de que seremos deixados para trás, temos medo de quem alguém fará melhor do que nós e assim por diante. É claro, que tais pensamentos não provem do Espirito ou nos ajudam a ter paz. Mas sim, estes sentimentos são poderosas ferramentas do adversário. Quanto mais nos perdermos em lagrimas, chorando pelo que poderia ter sido, menos nos concentramos nas coisas que são reais.

As escrituras nos ensinam que o amor de nosso Pai Celestial e de nosso Salvador é o oposto destes sentimentos. Em Timóteo lemos: “Mas Deus não nos deu o espirito do medo; mas o de poder, e de amor, e uma mente aguçada.” Quando realmente pensamos no quanto nosso Pai Celestial nos ama e quando sentimos Seu amor por nós e por todos os Seus filhos… ele tem o poder de minimizar, se não completamente substituir todos aqueles pensamentos e preocupações baseados no medo. Quando eu estou plena com aquele poderoso e puro amor, vejo a mim mesmo, vejo aqueles ao meu redor, e as situações que enfrento sob uma nova perspectiva. Viver a vida cheia deste amor, elimina qualquer pensamento temeroso e verdadeiramente traz paz. João o Amado escreveu “O perfeito amor expulsa o medo”. Agora o poder de Satanás afirma “o perfeito medo expulsa nosso amor.”

Uma vez mais, Lição numero 1: paz interior pode ser obtida quando nos concentramos em ser cheios de amor e não de medo.

Lição 2: A Paz Interior Pode Ser Obtida Quando Fazemos Somente Aquilo Que Devemos Fazer

missionarios mormonsUma semana depois de haver-me casado, eu decidi ir visitar a minha irmã. Esta era a primeira vez que nos separamos, e eu me lembro de estar viajando de Idaho para Utah. Eu mal podia esperar para chegar em casa. Na verdade o meu desejo superava os limites estabelecidos pelas leis de transito. Eu passei horas em um estado agitado e nervoso, correndo freneticamente tentando chegar a Idaho, e aquele estrada é bem movimentada. Eu cheguei em casa mas também ganhei uma multa de velocidade e uma ulcera. Se eu tivesse tomado cuidado com a velocidade, teria feito uma viajem muito mais tranquila…tanto financeiramente quanto emocionalmente. Então: Lição numero 2: A paz interior pode ser obtida quando estamos fazendo somente aquilo que deveríamos estar fazendo. Elder Joseph B. Wirthlin falou o seguinte em um discurso proferido em 1991, intitulado: Paz Interior:

Uma das atitudes que nos impede de obter a paz interior é a procrastinação. Ela anestesia nossa mente com negócios inacabados e nos deixa irrequietos até que terminemos uma tarefa e as tiremos de nosso caminho…

Pode a mente de alguém estar em paz se ele ou ela é infiel aos votos matrimoniais mesmo nos pequenos detalhes? Quanta angustia mental pode causar uma pequena mentira, traição, ou roubo, mesmo que ninguém nunca descubra? Você terá paz de espirito se violar as leis de transito? Sempre estará nervoso fugindo da policia! Você terá paz de espirito se estiver sendo desonesto com os seus empregados, não pagando o que eles realmente merecem? Estaremos em paz se não somos honestos ao pagarmos nossos impostos? Encontraremos mais paz se fizermos apenas aquilo que devemos fazer.

Alguém disse uma vez que a maioria das pessoas faz aquilo que deve fazer. Encontraremos um meio. Isto é verdade quando falamos dos mandamentos. Elder Scott uma vez disse:

Seja obediente aos ensinamentos proféticos que Cristo deseja que você siga. Não prejudique sua futura felicidade justificando atalhos em lugar da aplicação de bons princípios do evangelho. Lembre-se: pequenas coisas resultam em grandes coisas. Imprudências ou negligências aparentemente insignificantes podem causar grandes problemas. E mais importante, hábitos simples, constantes e bons resultam numa vida repleta de ricas bênçãos.

Lição 3: A Paz Interior Pode Ser Obtida Se Nos Concentrarmos Mais No Próximo Do Que Em Nós Mesmos

servico-mormonsO serviço tem a capacidade de gerar serenidade. Eu conheci pessoas que no meio de grandes desafios pessoais, serviram ao próximo, como se fosse um grande privilegio. Quase uma benção para eles. Mas por que? Em Mateus, lemos que por duas vezes o Salvador ensinou que “qualquer um que perder a sua vida por amor a mim, acha-la-à.” Algumas vezes, perder a nossa vida pelo bem dos outros é uma boa coisa, especialmente se a nossa situação na vida não esta de tudo indo bem. Serviço é uma terapia. De algum modo ele nos ajuda a aliviar nossos fardos. Ele pode mudar a nossa perspectiva e o modo de ver as coisas, incluindo de nossos próprios problemas. Na ultima conferencia, Elder Scott prometeu que “uma paz ainda maior será alcançada se aliar seu empenho em ser obediente ao serviço prestado às pessoas a seu redor.”

Eu pude viver este principio anos atrás quando servi como missionária Mórmon no Equador. Eu não entendia nada que aquelas pessoas diziam, me sentia sozinha e sem a habilidade de me comunicar e ensinar o evangelho. Eu estava em um país estrangeiro e sobrecarregada e muito longe de sentir paz. E enquanto eu estava nesta complicada situação, sem poder fazer muita coisa eu compreendi que poderia servir. Ensinamos classes de inglês, limpamos hospitais, ensinamos as irmãs a fazerem biscoitos e oferecemos ajuda a qualquer um a qualquer momento. Eu me levantava a cada manhã procurando por oportunidades de servir a despeito do sacrifício, porque algo na oportunidade de servir estava me curando. Minha alma encontrou paz e refugio das minhas dores, simplesmente por causa do serviço. Eu encontrei minha vida enquanto a perdia a serviço dos outros.

Satanás faria de tudo para nos impedir de servir ao próximo. Afinal, porque nos preocupar em ajudar alguém? C. S. Lewis, em seu livro, The Screwtape Letters, escreveu “quanto menos um homem age, menos será capaz de agir, e, a longo prazo, será menos capaz de sentir.” Sentir a paz interior é uma bênção que resulta em agir sobre esses sentimentos e servir desinteressadamente outros. Então, lição numero 3: Se concentrar mais nos outros do que em si mesmo pode nos trazer mais paz.

Lição 4: Uma Profunda Paz Interior Pode Ser Obtida de Um Intimo Relacionamento com o Salvador

mormoni-Camminando sull'acquaDurante o Seu ministério mortal, o Salvador falou um pouco a respeito da paz. Alguns de Seus ensinamentos a respeito do assunto são as minhas escrituras favoritas. Em Marcos lemos: “Cala-te, aquieta-te” (Marcos 4:39), no qual o Salvador declarou enquanto ordenava a tempestade que se acalmasse. Eu aprendi por experiência própria que algumas vezes Suas palavras têm o poder de acalmar o mar para nós e outras vezes esta frase acalma o marinheiro em nós.

Jesus também disse aos Seus discípulos, se referindo aos ensinamentos que Ele lhes deu, quando disse: “Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.” (João 16:33)Outra referencia a paz é encontrada em João onde lemos as palavras do Salvador a Seus apóstolos: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.” (João 14:27) Sua paz é verdadeira. Não a paz que o mundo vende como vinda do dinheiro, poder ou posses, mas paz verdadeira.

Eu adoro as palavras do hino Mórmon, “Onde Encontrar a Paz?” Ela fala para onde podemos nos voltar “Quando outras fontes não podem nos satisfazer.” Não existe maior certeza em minha vida do que saber que o Salvador esta lá por nós. Elder Scott escreveu: “Quando você achar que existe somente um fio de esperança, na verdade não é um fio mas uma massiva conexão, para te fortalecer e te levantar. Você terá conforto e não precisara temer.” Ele irá prover o que você precisa para que possa sentir paz.

Eu sei que quando nos esforçamos para permanecer próximos do nosso Salvador e desenvolver uma relação real com Ele, seremos recompensados. E testifico que a recompensa é a paz interior.

Eu presto meu testemunho de que quando eu tento aplicar estes 4 lições em minha vida: Focar em uma vida cheia de amor, fazer o que devo fazer, me concentrar em servir o próximo, e por ultimo, desenvolver um intenso relacionamento com o meu Salvador, eu sou abençoada com paz interior. E por ela eu sou imensamente grata.

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Reflexões Sobre a Conferencia Geral: Fortalecendo o Poder da Fé

outubro 26, 2013 por · Deixe um Comentário
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A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (inadvertidamente chamada de Igreja Mórmon pela mídia e pessoas de outras religiões) realiza uma Conferencia Geral duas vezes por ano. A Conferencia é normalmente realizada no primeiro fim de semana de abril, e novamente durante o primeiro fim de semana de outubro. É transmitida a todos os membros da Igreja espalhados pelo mundo e consiste em mensagens inspiradoras e edificantes da Primeira Presidência da Igreja e outras Autoridades Gerais e lideres das auxiliares.

mormon-arrependimento-mulherAs pessoas assistem as mensagens proferidas em espirito de oração, assim como ouvem a bela musica que é oferecida. Eles ponderam sobre as suas vidas pessoais e como uma mensagem, ou mensagens, em particular se aplicam diretamente a sua situação na vida naquele momento em particular. Assim como aconteceu com os discursos que ouvi na 183° Conferencia Geral Anual de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias que aconteceu em abril de 2013.

Ter Fé Durante a Jornada

Não existe duvida que esta vida é um teste. É um teste para ver se nossa obediência e nossa fé irão durar até o fim. Na nossa jornada viajaremos sobre estradas cheias de rosas e tão lisas quanto o vidro, mas haverá outras que serão cheias de pedras, obstáculos que deveremos, por meio da fé, aprender a evitar a fim de continuar andando avante. Mas afinal, o que é a fé?

Na epístola de Paulo aos Hebreus aprendemos, “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem” (Hebreus 11:1). E, no Livro de Mórmon, que os Santos dos Últimos Dias testificam ser um Outro Testamento de Jesus Cristo, podemos ler, “E agora eu, Morôni, quisera falar algo a respeito dessas coisas. Quisera mostrar ao mundo que fé são coisas que se esperam, mas não se vêem; portanto, não disputeis porque não vedes, porque não recebeis testemunho senão depois da prova de vossa fé” (Éter 12:6). Ênfase Adicionada.

Portanto, nunca devemos permitir que os obstáculos que enfrentamos possam nos impedir de atingir a linha de chegada – perseverar até o fim. J.R.R. Tolkien, um escritor britânico, poeta e filólogo, e professor universitário, mais conhecido por ser o autor das aclamadas obras O Senhor dos Anéis e O Hobbit, disse: “Infiel é aquele que se despede quando a estrada escurece.”

A Vida Consiste em Altos e Baixos

Quando penso na fé, e como ter fé tem fortalecido minha própria vida, eu frequentemente penso nas bênçãos nas experiências boas que tive quando era jovem, assim como, nos momentos de dificuldade em que permaneci firme. A vida consiste das duas experiências. Eu acredito que é muito natural desejarmos passar nossas vidas sem as dificuldades, mas quando os ventos da adversidade nos atingem, e nos sentimos desanimados e desesperados dizendo: “Por que isto tem que acontecer comigo”?, podemos nos lembrar de algo que o famoso escritor, Dr. Seuss disse a respeito da vida: “Algumas vezes as questões são complicadas mas as respostas são simples”.

Se eu encontro uma pessoa que foi abençoada somente com experiências boas, eu digo a ela, continue vivendo. A nenhum de nós foi prometido passar por esta vida em um mar de rosas. As rosas vem de caules cheios de espinhos, e esses espinhos tendem a nos espetar de tempos em tempos.

De outro lado, quedo eu encontro uma pessoa que acredita só ter vivido experiências ruins, eu digo a ela, nunca perca a esperança. Nunca desista de continuar confiando e acreditando em Deus. Eu testifico que Deus nunca nos abandonará, mas nós O abandonamos. Ele prometeu nunca nos deixar ou esquecer. Portanto, nenhum de nós realmente esta sozinho na jornada da vida.

familia-livro-de-mormon (2)Eu acredito que Deus, nosso Pai Celestial, nos abençoa em resposta a nossa fé e obediência. Entretanto, as boas experiências jamais nos farão alcançar o que o apóstolo Paulo chamou de o “preço da soberana vocação”. Embora possamos alcançar o pináculo da montanha, nosso Pai Celestial gentilmente nos relembra que não devemos nos tornar orgulhosos de nossas conquistas. Ao invés disso, devemos humildemente pensar Nele com reverencia por ter-nos permitido ter certas experiências, nos dando conta que Ele talvez deseja nos exaltar ainda mais. Portanto, alcançar o topo da montanha em nossas vidas, não quer dizer que poderemos relaxar e colocar nossa fé na geladeira, porque podemos estar apenas iniciando e não necessariamente terminando. Poderá haver montanhas ainda mais altas na vida para conquistar.

Por outro lado, eu acredito que Deus, nosso Pai Celestial, não nós dá experiências ruins para nos punir, mas para nos ensinar a humildade. Frequentemente quando um homem esta no seu ponto mais baixo, é que ele tende a olhar para cima. Sabendo disto, nosso Pai Celestial frequentemente nos coloca em condições para nos ajudar a voltar nosso foco para Ele, de onde verdadeiramente provem nossa força – Ele a quem o Salmista declara é a “verdadeira ajuda nos momentos de dificuldade.” A medida que olhamos para as profundezas dos vales podemos talvez ser capazes de enxergar um momento de magnificência do esplendor das belas montanhas que estão acima, e talvez uma visão de como seria estar lá em cima das montanhas.

Portanto, estar nas profundezas dos vales não significa necessariamente o fim de todas as coisas, mas antes, o inicio das novas coisas que estão por vir.

O Senhor nunca prometeu a nenhum de nós que passaríamos por esta vida cavalgando um pônei dourado. Entretanto, Ele prometeu que se nós formos fiéis e perseverar até o fim da jornada, tudo valerá a pena.

A despeito do tamanho das montanhas que devemos conquistar nesta vida, ou as profundezas dos vales que poderemos algumas vezes nos encontrar, será o tamanho de nossa fé que permitirá superar cada obstáculo que enfrentarmos. Porque foi nos dito que se tivermos fé, mesmo do tamanho de um grão de mostarda, seremos capazes de dizer a montanha que esta diante de nós, “Seja movida e seja jogada no mar” e ela se moverá.

Até Depois da Prova de Nossa Fé

Eu sei que as coisas que compartilhei são verdadeiras por causa das experiências pessoais que tive. Eu gostaria de compartilhar um exemplo para ajudar a enfatizar o que eu disse até agora.

segunda vindaMinha mãe faleceu com apenas 59 anos de idade, depois de uma batalha contra um câncer de mama em junho de 1997. Em julho de 2004, meu pai se casou novamente. Eu apenas posso dizer que as coisas não começaram bem. Sendo seu filho, tudo o que podia fazer era orar para que as coisas melhorassem para ele. Eu também devo admitir que houveram momentos em que meu coração estava receoso por ele, e outras vezes  eu cheguei a duvidar de minha própria fé e pensar o que aconteceria se as coisas não melhorasse para ele. No dia 20 de novembro de 2006, aqueles medos se tornaram realidade quando eu recebi um telefonema no trabalho das minhas irmãs mais velhas me informando que nosso pai não havia voltada para casa na noite anterior, e que haviam dado queixa a policia. Eu orei sinceramente, e desejei mais do que tudo, que isso fosse apenas um sonho ruim, mas por volta das 6 da tarde, eu recebi um outro telefonema onde fui informado que o corpo do meu pai havia sido encontrado em um lixão. Meu pai tinha apenas 71 anos de idade.

Nos dias que seguiram a morte do meu pai, poderia dizer nos anos que se seguiram, eu literalmente me consumi procurando pistas que poderiam me explicar o que havia acontecido. Desesperadamente tentei exercer fé em saber que Deus sabia o que havia acontecido, mas devo admitir que houve momento sem que a fé não parecia ser suficiente. Eu passei muitas noites mal dormidas, e molhei meu travesseiro com minhas lagrimas esperando uma resposta que nunca veio. Como resultado de minhas preocupações eu comecei a ter dores de cabeça constantes, me sentir doente e mesmo ter ataques de pânico.

Eu espero que ninguém me julgue por causa disto. Eu humildemente compartilho esta experiência, a fim de ajudar alguém que possa estar passando por uma situação extremamente difícil. Afirmo que é fácil fazer isso quando não somos os únicos que que sentem a dor , o sofrimento, a tristeza, e até mesmo, a angústia que se mistura com tudo isso. É realmente fácil fazer julgamentos precipitados sobre uma pessoa quando estamos do lado de fora, ou seja, quando não esta acontecendo conosco

Posso oferecer uma palavra de conselho para cada um de nós ? Em vez de sempre criticarmos ou julgarmos uma pessoa que está passando por um momento difícil , vamos aprender a ser mais pacientes, mais amorosos, mais amáveis e mais compreensíveis, assim como o nosso Salvador, o Senhor Jesus Cristo , seria. Eu também compartilho humildemente que durante esses momentos difíceis que uma pessoa pode estar passando, ela não necessariamente precisa ouvir mais um sermão. O que ela precisa é de alguém que seja seu amigo. O que ela não precisa é de alguém que saiba como usar a sua voz, mas sim o que ele precisa é de alguém que tenha ouvidos para escutar, e um coração que está cheio de compaixão.

Jesus Cristo-mormonsPor cerca de um ano eu me encontrei em uma verdadeiro montanha russa emocional. Às vezes eu me mantinha ocupado propositadamente, a fim de poder me concentrar em outras coisas. Até que uma noite, sozinho no meu apartamento, eu clamei ao meu Pai Celestial, mais uma vez, para que a concedesse a paz que havia recebido como resposta de que a razão pela qual eu não ela não estava comigo constantemente era por causa da minha preocupação e minha própria ansiedade que me impedia de recebe-la. Foi então que eu decidi colocar tudo nas mãos do Senhor e deixá-la lá . Eu nunca havia perdido aquela fé, mas foi a minha recusa em “superar”, que estava me impedindo de exerce-la. Eu estava fazendo exatamente o que Moroni nos alertou para não fazer. Eu estava colocando tudo em duvida, simplesmente porque eu não tinha nada tangível, que eu poderia me apegar e que razoavelmente explicaria a morte do meu pai. Foi só quando eu finalmente decidi superar, somente após o julgamento de minha fé, o testemunho que tinha devolveu a paz verdadeira e duradoura em minha vida.

Eu corajosamente testemunhei que, embora pudesse haver montanhas aparentemente intransponíveis que devemos escalar ou descer nas experiências do vale que devemos perseverar nesta vida, o Senhor também compreende que deve haver um período de descanso nessa jornada. É durante esses momentos que Ele seguramente nos leva para junto das águas e nos leva a andar em verdes pastos, como Ele restaura nossas almas , dando-nos assim a força necessária para prosseguir e perseverar até o fim.

A vida é cheia de testes e provações, com muitos obstáculos que iremos enfrentar ao longo do caminho. Mas, que saibamos em nossos corações que em nenhum momento de nossa jornada estaremos sozinhos. Ele está sempre ali ao nosso lado. O que nos cabe é ser fiel e obedientes a Sua vontade, e perseverar até o fim. Presto testemunho de que eu não sei o dia de amanhã, mas eu sei o único que detém todos os meus amanhãs nas palmas das Suas mãos, e eu estou determinado a continuar a avançar pela fé.

Deixo-vos este testemunho, em nome de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. Amém.

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Respostas Mórmons: Como a Obediência Aumenta a Espiritualidade

outubro 5, 2013 por · Deixe um Comentário
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O Salvador ensinou que o primeiro e grande mandamento é “E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento”. (Mateus 22:37-38) Elder Dieter F. Uchtdorf, o segundo conselheiro na Primeira Presidência de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias – algumas vezes chamada de Igreja Mórmon – explica:

Elder-Dieter-F-Uchtdorf-mormon“Deus, o Pai Eterno, não nos deu esse primeiro grande mandamento porque precisa que O amemos. Seu poder e glória não diminuem se ignorarmos, negarmos ou até aviltarmos Seu nome. Seu domínio e influência se estendem pelo tempo e espaço independentemente de nossa aceitação, aprovação ou admiração. Não, Deus não precisa que O amemos. Mas, oh, como precisamos amar a Deus! Pois aquilo que amamos determina aquilo que buscamos. E aquilo que buscamos determina aquilo que pensamos e fazemos. Aquilo que pensamos e fazemos determina quem somos… e em quem nos tornaremos”. (1)

Então, como demonstramos nosso amor por Deus? O Salvador ensina: “Se me amardes, guardareis meus mandamentos”. (João 14:15). Jesus Cristo, no Seu ministério terreno, jamais procurou o aplauso e os elogios do mundo. Na verdade, Ele foi menosprezado pelo próprio povo que viera salvar. Tudo aquilo que o Salvador ensinou e fez, foi em beneficio dos outros. Amar a Deus é guardar os mandamentos e isso nos traz felicidade. E o Pai Celestial e Seu Filho, Jesus Cristo, procuram apenas, nossa felicidade eterna e bem-estar. O Que Amamos Determina a Quem Seguiremos Em outras palavras, nossos desejos, determinam as nossas prioridades. Nossas prioridades determinam nossas ações. Nossas ações determinam nosso destino. Elder M. Russel Ballard, do Quórum dos Doze Apóstolos (junto, com a Primeira Presidência, o corpo governante da Igreja de Jesus Cristo), disse:

“Seu Evangelho é o evangelho do amor – amor por Deus e amor uns pelos outros. Ele nos guia pelo Seu exemplo. Nosso discipulado é medido pela nossa dedicação… Muitas pessoas, eu temo, nunca chegam a compreender que os mandamentos de Deus são para o nosso beneficio, porque aquilo que semeamos, um dia colheremos”.

Se amamos o Salvador, então, O seguiremos. Assim, como o exemplo que Ele deixou para nós. O Salmista disse: “Os filhos são a herança do Senhor”. Somos responsáveis em ensinar os nossos filhos o caminho da salvação. Nossos filhos nos amam com um puro amor, e eles desejam ser como nós. Eles absorvem e seguem tudo o que fazemos – sejam bom ou mal. Nosso Pai Celestial enviou Seu Filho, Jesus Cristo, para nos mostrar o caminho que devemos seguir. Elder Jeffrey R. Holland, um Apostolo da Igreja de Jesus Cristo, explicou:

Elder-Jeffrey-R-Holland-mormon“É a grandiosa verdade de que, em tudo que Jesus veio dizer e fazer, inclusive e especialmente em Seu sofrimento e sacrifício expiatório, mostrou-nos quem é e como é Deus, o nosso Pai Eterno, e quão completamente dedicado Ele é a Seus filhos de todas as eras e nações. Por meio de palavras e ações, Jesus estava procurando revelar e dar-nos a conhecer a verdadeira natureza de Seu Pai, o nosso Pai Celestial. Ele fez isso, pelo menos em parte, porque tanto naquela época quanto hoje todos precisamos conhecer a Deus mais plenamente para amá-Lo mais profundamente e obedecer a Ele de modo mais completo”. (2)

A medida, que amarmos e obedecermos mais completamente nosso Pai Celestial, nosso desejo de se tornar como Ele aumenta. Assim como os filhos seguem nosso exemplo porque nos amam, seguimos o exemplo do nosso Salvador porque nós O amamos, assim como nosso Pai Celestial. Somos mais felizes quando nossa consciência esta limpa diante de Deus. Aquilo Que Seguimos Determina O Que Nos Tornaremos Quando seguimos o exemplo de nossos pais terrenos, o fazemos com nossa capacidade física. Mas conhecer e seguir o exemplo de nosso Pai Celestial, devemos usar nossa capacidade espiritual. Elder Uchtdorf explicou:

“Como “Deus é amor”, quanto mais nos achegarmos a Ele, mais intenso se tornará o amor que sentimos. Mas, como existe um véu que separa esta mortalidade de nosso lar celeste, precisamos buscar no Espírito aquilo que é imperceptível aos olhos mortais”.

Devemos estar em sintonia com as coisas do Espirito. A medida que aprendemos sobre nosso Pai Celestial, devemos faze-lo com nossos espíritos – a parte mais refinada de nossas almas habita nos nossos corpos físicos. Elder Uchtdorf disse:

“Aumentamos nosso amor por nosso Pai Celestial e demonstramos esse amor colocando nossos pensamentos e ações em conformidade com a palavra de Deus. Seu puro amor sempre nos orienta e nos incentiva a tornar-nos mais puros e santos. Inspira-nos a andar em retidão — não por medo ou obrigação, mas pelo desejo sincero de tornar-nos mais semelhantes a Ele porque O amamos”.

Não podemos chegar a um determinado destino se não seguirmos a estrada que leva até ele. Se uma pessoa quer ser um cientista, ele não pode sê-lo através do estudo de literatura. Ela deve estudar ciência. Assim é com as coisas de Deus. Não podemos chegar a conhecer as coisas de Deus através do estudo da maldade do mundo. Devemos estudar o exemplo que o Salvador estabeleceu para nós. Fazemos isso por meio da obediência às leis e ordenanças do evangelho de Jesus Cristo. Também seguindo os ensinamentos dos profetas, tanto antigos e modernos. Assim, à medida que aumentamos a nossa obediência, podemos aumentar nossa espiritualidade, ou a capacidade de nossos espíritos em discernir os ensinamentos de Deus. O verdadeiro teste da mortalidade, ou da nossa vida aqui na terra, não é quanto dinheiro ganhamos ou as honras mundanas que recebemos. O verdadeiro teste é a nossa disposição em buscar e conhecer o nosso Pai Celestial e fazer a Sua vontade, mesmo que não possamos vê-lo com os nossos olhos terrenos ou ouvi-Lo com os nossos ouvidos terrenos.

Respostas Mórmons: O Que São As Ordenanças?

setembro 17, 2013 por · Deixe um Comentário
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Na Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias – algumas vezes chamada sem querer de Igreja Mórmon – as ordenanças são ritos formais e cerimonias sagradas que são realizadas pela autoridade do “sacerdócio”. Esses ritos sagrados não podem ser realizados sem o sacerdócio, porque este é o poder e autoridade que Deus da ao homem para agir em todas as coisas necessárias para a salvação de Seus filhos. (o Mormonismo não possui um clero pago ou profissional, por isso todos os homens dignos podem portar o sacerdócio) Nem todas as ordenanças da Igreja de Jesus Cristo são essenciais a nossa salvação, mas todas elas são espiritualmente significativas. Elas nos lembram de nosso dever para com Deus e de que somos Seus filhos.

Elder-Dallin-H-Oaks-mormonElder Dallin H. Oaks, um membro do Quórum dos Doze Apóstolos – com apoio da Primeira Presidência que é o corpo governante da Igreja de Jesus Cristo – disse:

Ao contrário das instituições do mundo, que nos ensinam a saber algo, o evangelho de Jesus Cristo desafia-nos a tornarmo-nos algo.

Em muitas passagens da Bíblia e das escrituras modernas, lemos sobre um julgamento final em que todas as pessoas serão recompensadas de acordo com seus atos, obras ou desejos do coração. Mas outras escrituras ampliam essa idéia e afirmam que seremos julgados pela condição que tivermos alcançado.

O julgamento final não é apenas um balanço do total de atos bons e ruins, ou seja, do que fizemos. É a constatação do efeito final de nossos atos e pensamentos, ou seja, do que nos tornamos. Não basta fazer tudo mecanicamente. Os mandamentos, ordenanças e convênios do evangelho não são uma lista de depósitos que precisamos fazer numa conta bancária celestial. O evangelho de Jesus Cristo é um plano que nos mostra como podemos tornar-nos o que nosso Pai Celestial deseja que nos tornemos. (O Desafio de Tornar-se, Elder Oaks, Conferencia Geral, outubro de 2000)

Embora, as ordenanças sejam parte importante para os membros da Igreja de Jesus Cristo porque nos ajudam a nos tornar a pessoa que Deus deseja que nos tornemos. Algumas ordenanças são essenciais a nosso salvação; elas são chamadas ordenanças salvadoras. Nesses rituais sagrados, fazemos solenes convênios – que consistem em promessas – com Deus. Outras ordenanças, não são essenciais para a nossa salvação, mas são importantes por causa do conforto, orientação e encorajamento que vem do Senhor. Elas incluem as diversas bênçãos como a administração de enfermos e aflitos. Todas as ordenanças e convênios nos conduzem ao nosso Pai Celestial e Seu Filho, Jesus Cristo.

As Ordenanças Salvadoras são Essenciais para a Nossa Salvação

As ordenanças salvadoras são essências a nossa salvação e exaltação – ou a recompensa que nos espera no dia do Juízo Final de Deus. Elas não são recebidas pela indolência ou por acaso. As ordenanças salvadoras podem somente serem recebidas quando estamos prontos e decidimos recebe-las. Elder Richard G. Scott, um apostolo do Senhor Jesus Cristo, explica um pouco sobre elas:

Elder-Richard-G-Scott-mormonAs ordenanças de salvação são o batismo e a confirmação na Sua Igreja e reino na terra. Para os homens elas incluem as ordenanças do Sacerdócio de Melquisedeque, e o honrando no servir o próximo. Para cada homem e mulher adulto, eles tem as ordenanças do templo, incluindo a investidura. Eles recebem a ordenança de selamento no templo quando um homem e uma mulher são unidos pelo tempo e pela eternidade se forem obedientes. Se permanecerem fiéis, os filhos que nascerem dentro dessa união ou depois, serão selados aos seus pais, para poderem se regozijar com a sua companhia para todo o sempre. Para receber todas as bênçãos do Seu sacrifício expiatório, devemos apenas ser obedientes aos Seus mandamentos e receber todas as ordenanças essenciais.

Nestas ordenanças sagradas fazemos convênios com Deus. Um convênio é uma promessa solene entre Deus e a pessoa, e seus termos são estabelecidos pelo Senhor. Por isso, seria injusto se alguém fizesse um convênio sem ser absolutamente consciente daquilo que lhe é requerido, consequentemente, os membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos devem ter no mínimo oito anos para poderem ser elegíveis para o batismo, porque a partir desta idade uma pessoa pode ser considerada responsável pelas suas ações perante Deus. Quando somos batizados, prometemos tomar sobre si o nome de Cristo, sempre se lembrar Dele, guardar Seus mandamentos e servi-Lo até o fim. Quando somos confirmados membros de a Igreja de Jesus Cristo, também recebemos o dom do Espirito Santo – que consiste no direito de ter a constante companhia Dele, desde que sejamos fiéis aos nossos convênios.

Outra ordenança que os homens da Igreja de Jesus Cristo recebem é o Sacerdócio de Melquisedeque:

Quando um homem recebe o Sacerdócio de Melquisedeque, ele faz o juramento e convênio do sacerdócio. Ele promete ser fiel, magnificar o seu chamado,  ‘dar ouvido diligentemente as palavras de vida eterna’ e ‘viver de toda a palavra que sai da boca de Deus’.

As Sagradas Ordenanças do Templo

A medida que permanecemos fiéis aos convênios feitos nas águas do batismo, nos preparamos para receber as ordenanças maiores disponíveis nos templos de Deus. O templo é uma casa de aprendizagem e instrução. Os convênios e promessas que fazemos no santo templo são muito sagradas. Elder Boyd K. Packer, um membro do Quórum dos Doze Apóstolos, disse:

President-Boyd-K-Packer-mormonNão conversamos sobre as ordenanças do templo ao sairmos de lá. Nunca, porém, foi pretendido que suas cerimônias se limitassem a um grupo restrito de pessoas que se comprometesse a evitar que outros tivessem conhecimento delas. Na verdade, o que acontece é o oposto. Empreendemos grandes esforços para incentivar todas as pessoas a se qualificarem e prepararem para a grande experiência de entrar no templo.

As ordenanças e cerimônias do templo são simples. São muito belas. São sagradas. São mantidas em segredo para não serem transmitidas a pessoas que não estejam preparadas. A curiosidade não é uma preparação. O interesse profundo, em si, também não é uma preparação. A preparação para as ordenanças necessárias inclui passos preliminares: fé, arrependimento, batismo, confirmação, dignidade e maturidade a quem entra como convidado na casa do Senhor.

Todos os que são dignos e se qualificam sob todos os aspectos podem entrar no templo para realizar os ritos e ordenanças sagrados. (Preparação Para Entrar no Templo Sagrado)

Elder Scott explica a preparação requerida para a frequência ao templo:

Embora talvez alguns não entendam ou concordem, testifico que não é suficiente ser batizado e viver uma vida aceitável, sem grandes transgressões. O Senhor decretou que as ordenanças e convênios adicionais que mencionei precisam ser recebidos para merecermos a exaltação e a vida eterna. Ser digno das ordenanças do templo significa que escolheremos fazer coisas que muitos no mundo não estão dispostos a fazer. Guardaremos o dia do Senhor, exerceremos fé pagando o dízimo e ofertas de jejum, participaremos regularmente da adoração na Igreja, serviremos e mostraremos amor e apreço por nossa família, ajudando cada um de nossos familiares. Depois de recebermos todas as ordenanças do templo, continuaremos a crescer, guardando os convênios que fizemos e, fielmente, “( . . . ) [perseveraremos] até o fim”. (Jesus Cristo, Nosso Redentor)

As ordenanças sagradas do templo são recebidas somente depois que fizemos e nos provamos fiéis aos convênios feitos nas ordenanças do batismo, da confirmação e, para os homens, do santo sacerdócio. Enquanto nos preparamos para ir ao templo e recebermos instrução sagrada do alto, a obediência aos mandamentos de Deus se torna parte de quem somos, e torna-se uma segunda natureza para nós. Ao nos prepararmos para receber a instrução no templo, pela primeira vez, ou quando voltamos para o santuário do Senhor, nos ajuda a nos tornarmos o povo que o Senhor quer que sejamos. Quando recebemos as ordenanças sagradas do templo, somos dotados de poder do alto. Este é o propósito das cerimonias sagrados e convênios do evangelho de Jesus Cristo.

Recursos Adicionais

Saiba mais sobre a Igreja de Jesus Cristo

 

Batismo pelos Mortos: A Misericórdia de Jesus Cristo

agosto 10, 2013 por · Deixe um Comentário
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A expiação de Jesus Cristo é uma parte central da doutrina de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, algumas vezes chamada de Igreja Mórmon. O Livro de Mórmon, um livro de escrituras antigas que testifica de Jesus Cristo, explica que a Expiação do Salvador foi uma “expiação infinita”, “um grande e ultimo sacrifício” para redimir as almas de toda a humanidade (Alma 34:12-13, veja também 2 Néfi 9:7). Jesus Cristo não salvou somente aqueles que estavam vivos enquanto Ele estava sobre a terra, nem também aqueles que haviam sido batizados enquanto estavam na mortalidade. Através do batismo pelos mortos, a salvação é estendida a todos os filhos de Deus.

O Batismo: Uma Ordenança de Salvação

Conferência-Geral-MórmonOs Santos dos Últimos Dias acreditam que o batismo é uma ordenança de salvação, uma entre varias ordenanças, ou cerimonias religiosas, que devem ser realizadas nesta vida a fim de permitir que um individuo seja exaltado nos céus. (Veja Doutrina e Convênios 128:12) Os Santos dos Últimos Dias também acreditam que o batismo deve ser realizado por imersão na agua, simbolizando a morte e o renascimento puro e livre do pecado. Uma pessoa se torna um Santo dos Últimos Dias, ou Mórmon, ao ser batizado e então confirmado, outra ordenança, como membro da Igreja. Ser batizado é o primeiro passo no caminho que leva de volta a vida com o Pai Celestial  e Jesus Cristo. Entretanto, milhões e milhões de pessoas, filhos de Deus, não tiveram a oportunidade de serem batizados enquanto estavam na terra. Jesus Cristo providenciou um meio para que todos os filhos do Pai Celestial recebessem as ordenanças de  salvação através do batismos pelos mortos.

Doutrina e Convênios na seção 76 relata a visão do Profeta Joseph Smith e Sidney Rigdon dos reinos dos céus. Nesta visão eles vira o que mesmo aqueles que rejeitaram Cristo na terra e de novo no mundo espiritual, depois da morte, podem ainda herdar um reino de gloria, depois de haverem sofrido por seus próprios pecados (porque rejeitaram a Expiação). Desta perspectiva, a salvação é gratuita (2 Néfi 2:4). Mas a exaltação na presença de Deus, deve ser obtida por meio do arrependimento, da crença em Jesus Cristo e das ordenanças de salvação.

O Que as Escrituras Dizem a Respeito do Batismo pelos Mortos.

Nas cartas de Paulo aos Coríntios, ele fala aos membros da Igreja sobre Cristo e como Ele venceu a morte, e como todos seriam ressuscitados por causa Dele. Ele então diz: “Doutra maneira, que farão os que se batizam pelos mortos, se absolutamente os mortos não ressuscitam? Por que se batizam eles então pelos mortos? (1 Coríntios 15:29). Infelizmente, não encontramos mais referencias de Paulo sobre o batismo pelos mortos. Ele simplesmente esta dizendo que o batismo pelos mortos não é em vão, porque a ressurreição é real. Os Santos dos Últimos Dias interpretam este versículo ao pé da letra. Afirmando que esta era uma pratica comum na igreja primitiva, e era uma parte essencial do evangelho de Jesus Cristo.

O Templo

No templo sagrado, os Santos dos Últimos Dias realizam batismos por procuração pelos seus ancestrais. Os batismos são realizados nos templos porque a ordenança é sagrada, e deve ser realizada em um lugar santo. Qualquer membro digno da Igreja pode entrar no templo e realizar os batismos por seus ancestrais; os membros a partir dos doze anos podem obter uma recomendação para realiza-los.

Quem Deve Ser Batizado

mormon-Gethesemani2Antes de realizar o batismo pelos mortos, os membros da igreja devem encontrar as pessoas para batizar. A principio os membros da Igreja pesquisam sua própria historia familiar. Então, eles trazem seus nomes ao templo e são batizados em favor de seus ancestrais falecidos. Estes ancestrais falecidos possuem um corpo espiritual, mas não físico, e é por isso que podem ser batizados no mundo espiritual e precisam que alguém na terra seja batizado por eles. Os espíritos então, podem escolher se aceitam ou não a ordenança. Um mórmon pode ser batizado em lugar de muitas pessoas falecidas, mas isso não significa que todas elas se tornem mórmons; eles ainda tem a liberdade de aceitar a ordenança.

Por que o Batismo pelos Mortos é Realizado

Os Mórmons acreditam que ao realizar o batismo pelos mortos, eles estão estendendo a oportunidade de salvação a aquelas pessoas que morreram sem terem esta oportunidade e não podem realizar esta ordenança por si mesmos. Os Mórmons desejam estender as bênçãos do batismo a seus antepassados; eles desejam compartilhar a felicidade de estar com Cristo também com eles. Ao realizar o batismo em favor de outros, permite a todos os filhos do Pai Celestial a retornarem a viver com Ele novamente, e não somente aqueles sortudos que viveram quando esta ordenança estava disponível na terra.

Através da misericórdia de Jesus Cristo, é possível a todos os filhos de Deus que viveram na terra, receberem a ordenança salvadora do batismo. Sem a doutrina do batismo pelos mortos, muitos milhões de Seus filhos teriam negada a oportunidade de retornarem a viverem com Ele de novo, simplesmente porque nascerem em um tempo ou lugar onde o evangelho de Jesus Cristo não estava disponível.

O Pai Celestial é perfeitamente justo, e ama a todos os Seus filhos. Por isso, todos os filhos de Deus recebem a oportunidade de serem batizados e receberem as ordenanças de salvação.

Recursos Adicionais

Saiba mais sobre os Mórmons e suas crenças

O Livro de Mórmon Proporciona Esperança e Perspectiva às Famílias

junho 15, 2013 por · Deixe um Comentário
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Por Julie P.

mormon-crencas-familiaUltimamente tenho pensando muito no colégio e nas experiências que tive durante esses anos cruciais de minha vida. Eu fui abençoada, durante esses anos, de ter muitas pessoas que questionavam minhas crenças. O meu testemunho das verdades do Livro de Mórmon cresceu muito por causa do estudo que fiz a fim de saber se ele era realmente verdadeiro, e porque eu acreditei nas coisas que esse livro prega. Eu nunca vou esquecer de uma conversa que tive com um grande amigo. Falamos sobre a esperança que eu sei que o Salvador trouxe a este mundo, para que possamos viver novamente com Ele depois desta vida. Ele não acreditava naquilo. Ao ir embora, eu me senti mal, porque ele realmente acreditava que trazer filhos a este mundo era um crime, uma vez que todos enfrentam desafios e provações aqui. Eu tinha uma perspectiva tão diferente. Eu sabia que havia esperança no futuro, mesmo após a morte, e, portanto, desejava ter uma família e criar meus filhos em um lar justo e ensiná-los sobre o dom do Salvador ao mundo. Anos se passaram. Sou casada com um homem muito bom e fomos abençoados com cinco filhos. Embora todos nós sejamos imperfeitos, tentamos ensinar e ter uma família que honre a Deus. Eu sei, sem dúvida nenhuma, que é importante a maneira como acreditamos. Eu sei que o Livro de Mórmon pode mudar vidas. Eu vou sempre ser grata por esses primeiros anos, em que eu tive que aprender por mim mesma se o que eu acreditava era verdade. Que todos os que desejam conhecer a verdade leiam o Livro de Mórmon. Isso vai mudar a sua vida para melhor.

Recursos adicionais:

Fortaleça sua família lendo as escrituras. Saiba mais no site oficial d’A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (chamada por amigos de outras religiões como a “Igreja Mórmon”).

Solicite uma cópia gratuita do Livro de Mórmon.

À Imagem de Deus, o Pai

junho 1, 2013 por · Deixe um Comentário
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Por Michael Murdock, um estudante da Brigham Young University (BYU). Este post se baseia em um dos livros que compõem a Pérola de Grande Valor, conhecido como O Livro de Moisés, que é uma extração a partir da tradução da Bíblia como revelada a Joseph Smith, o Profeta.

Fomos criados à imagem de Deus, o Pai

Podemos aprender coisas importantes do relato bíblico, encontrados na Pérola de Grande Valor, no livro de Moisés, capítulo 1, onde Moisés é levado até um monte para falar com Deus, e depois, ao ser deixado sozinho é tentado por Satanás. Aprendemos sobre a glória de Deus, a Sua relação conosco, e como Ele se sente e nos trata como Seus filhos.

mormon-crencas-familiaMoisés não podia falar com Deus, o Pai, em seu estado natural, ele tinha que ser “transfigurado” (uma mudança especial de natureza para um estado mais glorificado). Quando Moisés estava novamente sozinho, ele estava tão exausto por conta de sua experiência que ele não pôde se mover por “muitas horas” (ver Moisés 1:10). Disto aprendemos que Deus é poderoso e glorioso. No entanto, nós também aprendemos que podemos contemplar a Sua glória com os nossos “olhos espirituais” (ver Moisés 1:11). Nós talvez não possamos ver o Pai até que esta vida tenha acabado, mas nós podemos “ver” as Suas obras e Sua influência em nossas vidas.

Moisés falou com Deus “face a face”. O Pai Celestial chamou Moisés, seu filho, e disse que ele era “à semelhança” do Salvador, Jesus Cristo. A partir disso, aprendemos que somos literalmente filhos de Deus, o Pai. Nós nos parecemos com Ele, Cristo era o Filho de Deus, e obviamente, Ele é parecido com Deus: se nos parecemos com Cristo, então devemos parecer com o Pai também, e nosso relacionamento de pai e filho com Deus é mais do que apenas uma adoção. Somos literalmente Seus filhos, feitos à Sua imagem, e destinados a nos tornar como Ele é, se nós assim escolhermos.

Moisés falou com Deus. A partir disso, ficamos sabendos que o Pai Celestial quer se comunicar com a gente, e vai nos falar através do Seu Espírito, se nós O dermos ouvidos. Deus ensinou a Moisés que havia um plano para sua vida. Ele também ordenou a Moisés que adorasse somente a Ele. Deus preparou Moisés para as tentações de Satanás, quando esse disse a Moisés para adorá-lo. Isso mostra que Deus, o Pai, cuida de nós, tem um plano para nos ajudar a ser o melhor que pudermos em nossas vidas, e nos prepara para as tentações que virão. Quando Moisés foi tentado, ele foi capaz de dizer que Satanás não tinha glória, por causa da porção do Espírito de Deus que havia permanecido com ele. Nosso Pai Celestial vai fazer o mesmo para nós, Ele vai nos ensinar a julgar entre o bem e o mal, dando-nos o Seu Espírito. Quando Moisés estava com medo de Satanás, ele chamou a Deus e recebeu força para resistir à tentação. Disto aprendemos que Deus não somente nos mostra a maneira certa de viver, mas Ele nos ajuda a viver da maneira certa. Ele nos dá a força para resistir à tentação e viver da maneira que Ele nos pediu. Isso mostra que Ele não é um Pai vingativo ou nervoso, mas amoroso, carinhoso e preocupado conosco.

Essa passagem de escritura nos ensina que Deus é glorioso, e nós somos Seus filhos. Ele se comunica conosco, ensina, nos prepara e nos fortalece através de nossas provações e tentações. Se ouvirmos o Seu Espírito e orarmos ao Pai Celestial, podemos ver a Sua glória com nossos olhos espirituais e, assim, ter um conhecimento certo Dele.

Recursos adicionais:

O Livro de Mórmon, um volume de escritura comparável à Bíblia, é um outro testamento de Jesus Cristo. Solicite sua cópia gratuita hoje.

Leia as Regras de Fé, treze pontos básicos da crença Mórmon.

Deus, o Pai, tem um plano para nós. Saiba mais no site oficial d’A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

O Espírito Santo e a Revelação Pessoal

maio 23, 2013 por · Deixe um Comentário
Arquivado como: Doutrinas 

Por Greg R., membro d’A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Mórmons), e aluno da Universidade Brigham Young (BYU).

Jeffrey Holland fala em HarvardComo membro d’A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Igreja que é muitas vezes erroneamente chamada de Igreja Mórmon), eu sempre considerei o Livro de Mórmon como  parte culminante do Reino de Deus na terra. No entanto, como eu li o livro de escrituras intitulado Doutrina e Convênios (uma coleção de revelações modernas dada a um profeta vivo em nossos dias, Joseph Smith) mais claramente, eu comecei a desenvolver uma visão mais clara do que esse livro significa para mim hoje. A introdução de Doutrina e Convênios me ajudou a compreender a importancia que este livro moderno de escritura tem em apoiar o Livro de Mórmon. Essa melhor compreensão que tive em minha mente e coração das revelações recebidas por Joseph Smith passou a ser de extrema importância na minha vida. Essa é minha primeira compreensão real de Doutrina e Convênios, e eu estou ansioso para fazê-lo parte da minha vida de maneira ainda mais significativa.

Como um estudante da Universidade Brigham Young, tive a oportunidade de ter uma aula sobre Doutrina e Convênios, e eu sou extremamente grato pela maior conscientização e valorização que essa classe me trouxe. Eu já havia pensado que Doutrina e Convênios era a mais difícil de se compreender e aprender das obras-padrão (o cânone das escrituras), por causa da maneira em que eu já a havia retratado em minha mente, como uma espécie de dicionário ou enciclopédia. O manual do aluno que acompanha a classe de Doutrina e Convênios, juntamente com outros materiais de classe fizeram uma grande diferença na minha compreensão e entendimento do contexto de cada seção, clareando meu entendimento de cada revelação contida no livro.

Como resultado do modelo de Doutrina e Convênios, a maioria das idéias que obtive não vieram a mim até que eu lesse os capítulos correspondentes no manual da classe. Por exemplo, depois de ler a primeira seção de Doutrina e Convênios, não fêz muito sentido até que eu lesse no manual do aluno sobre os versículos 12-13, “Preparai-vos, preparai-vos para o que está para vir, porque o Senhor está perto; E a ira do Senhor está acesa e sua espada está lavada nos céus e sobre os habitantes da Terra cairá,” que eu percebi um pouco do peso na admoestação do Senhor “Preparai-vos para o que está por vir.” Isso não me chamou a atenção quando li a passagem, mas quando eu soube que “a palavra preparai-vos aparece em Doutrina e Convênios cerca de 90 vezes,” e é um dos “grandes temas do livro,” parei e contemplei o significado de preparação. Meu desejo de estar preparado é mais forte em minha mente e coração. Essa percepção aumentou o significado dos versos bem conhecidos 37-38:

“Examinai estes amandamentos, porque são verdadeiros e fiéis; e as profecias e as promessas neles contidas serão todas cumpridas. O que eu, o Senhor, disse está dito e não me desculpo; e ainda que passem os céus e a Terra, minha palavra não passará, mas será toda cumprida, seja pela minha própria voz ou pela voz de meus servos, é o mesmo.”

Devemos nos preparar, porque esses versos prometem que todos essas profecias serão cumpridas. Eu certamente quero estar do lado direito da linha quando forem cumpridas. Sabendo que todo o livro de Doutrina e Convênios é voltado a minha preparação para entrar no reino de Deus, me motiva a realmente prestar atenção e obter a partir de suas páginas a direção que eu preciso para me tornar o melhor filho de Deus que eu puder ser. Eu sou grato pela oportunidade que tive de fazer uma pesquisa tão profunda e detalhada sobre as revelações que foram dadas a nós hoje.

Ao estudar os trabalho de Martin Harris e Oliver Cowdery como escreventes de Joseph Smith na tradução do Livro de Mórmon pelo poder de Deus, bem como suas tentativas pessoais de traduzir algumas partes do Livro de Mórmon, uma série de passagens me passou a fazer mais sentido.

Livro de MormonOs versículos que discutem a tentativa de Oliver Cowdery em traduzir o Livro de Mórmon me chamaram a atenção como nunca antes. Três passagens diferentes sobre o padrão de recebimento de revelação, o qual tenho usado por anos para me lembrar de como o Espírito Santo trabalha e dá-nos a revelação pessoal, agora têm maior significado:

“Em verdade, em verdade eu te digo: Se desejas mais um testemunho, volve tua mente para a noite em que clamaste a mim em teu coração a fim de saberes a respeito da veracidade destas coisas. Não dei paz a tua mente quanto ao assunto? Que maior testemunho podes ter que o de Deus? E agora, eis que recebeste um testemunho; porque, se eu te disse coisas que homem algum sabe, não recebeste um testemunho?” (D&C 6:22–24)

“Sim, eis que eu te falarei em tua mente e em teu coração, pelo Espírito Santo que virá sobre ti e que habitará em teu coração. Ora, eis que este é o espírito de revelação; eis que este é o espírito pelo qual Moisés conduziu os filhos de Israel através do Mar Vermelho, em terra seca.” (D&C 8:2–3)

“Eis que não compreendeste; supuseste que eu o concederia a ti, quando nada fizeste a não ser pedir-me. Mas eis que eu te digo que deves estudá-lo bem em tua mente; depois me deves perguntar se está certo e, se estiver certo, farei arder dentro de ti o teu peito; portanto sentirás que está certo. Mas se não estiver certo, não terás tais sentimentos; terás, porém, um estupor de pensamento que te fará esquecer o que estiver errado; portanto não podes escrever aquilo que é sagrado a não ser que te seja concedido por mim.” (D&C 9:7–9)

Enquanto eu lia sobre como Oliver Cowdery recebeu um testemunho do profeta Joseph Smith e aprendeu sobre o espírito de revelação, eu me senti como se estivesse em uma estrada semelhante. Eu ganhei meu testemunho ao longo do tempo e, ocasionalmente, me perguntava se de fato eu o tinha recebido. Foi quando eu percebi que sempre tive um testemunho, assim como o sol, que sempre está lá, mesmo em dias nublados quando fica difícil de vê-lo, nada muda o fato de que ele sempre está lá.

Eu nunca tinha ouvido falar o que Oliver havia passado por trás dessas passagens de escritura, e me sinto melhor sobre como eu tenho recebido revelação em minha própria vida. Eu nunca senti um “ardor no peito,” não que eu saiba, mas eu senti um pouco das coisas que Oliver sentiu. Eu me lembro de momentos em que tive paz em meu coração de uma forma que ninguém mais além de Deus poderia poderia ter dado. Eu senti a verdade confirmar-se em minha mente e coração, e, inversamente, eu senti o estupor de pensamento, com a minha mente divagando, literalmente, e eu me esquecendo o que eu estava perguntando. Como resultado do que eu aprendi aqui, vou ser capaz de usar esses sentimentos como ferramentas para receber revelação com maior compreensão e certeza. Eu tenho um maior nível de entendimento de como o Senhor vai ou não vai responder às minhas orações.

Recursos adicionais:

O Livro de Mórmon é um companheiro da Bíblia. Solicite sua cópia gratuita hoje

Visite o site oficial da Igreja SUD.

Novo Centro de Treinamento Missionário é Inaugurado no México

maio 18, 2013 por · Deixe um Comentário
Arquivado como: Missionarios mormons 

A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (muitas vezes chamada erroneamente de Igreja Mórmon), envia novos missionários ao mundo semanalmente.

“O esforço missionário é baseado no padrão estabelecido pelo Senhor no Novo Testamento, onde Ele enviou seus servos de dois em dois, para pregar o evangelho e batizar os crentes em nome de Jesus Cristo (veja, por exemplo, o trabalho missionário de Pedro e João no livro de Atos).

Mais de 50 mil voluntários servem atualmente em missões para A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. A maioria deles tem menos de 25 anos de idade, e servem em aproximadamente 350 missões ao redor do mundo”.

Élderes-Missionários-MórmonsOs missionários podem ser rapazes solteiros entre 18 e 25 anos, moças solteiras a partir dos 19 e casais aposentados. Os rapazes recebem o titulo de “Elder” e as moças recebem o titulo de “Sister”.

Os missionários trabalham com um companheiro do mesmo sexo durante o período de sua missão, com exceção dos casais, que trabalham juntos. Os rapazes solteiros servem por dois anos e as moças solteiras servem por 18 meses.

Os missionários recebem seus chamados da sede da Igreja e são enviados somente aos países que legalmente autorizaram a Igreja a operar. Os Missionários não podem escolher o lugar onde irão servir e não sabem de antemão se terão que aprender uma língua estrangeira.

A Igreja de Jesus Cristo (SUD, ou Mórmon), recentemente anunciou uma mudança na idade mínima a partir da qual os missionários podem servir. Até então, a idade mínima era de 19 anos para os rapazes e de 21 para as moças, atualmente é de 18 para os rapazes e de 19 para as moças.

A mudança na idade mínima para o serviço missionário causou uma resposta cheia de entusiasmo da parte dos membros da Igreja.  O site mormonnewsroom.org diz:

“Nas semanas que precederam a mudança da idade mínima, a Igreja reportou um aumento dramático no numero de submissões para o serviço missionário (de 700 por semana para mais de 4 mil). As moças foram responsáveis por mais da metade das novas submissões. Atualmente o numero de novas submissões ainda é o dobro do que era antes do anuncio, mas o numero total de rapazes e moças que fazem a submissão é praticamente o mesmo. Antes do anuncio somente 15% dos pedidos eram provenientes das moças”.

Na verdade, algumas das universidades que a Igreja possui tem sofrido com uma diminuição no numero de novas matriculas – estas universidades são geralmente difíceis de entrar, porque possuem uma limitação no numero de vagas, mas centenas tem adiado a inscrição a cada semestre.

“A Universidade Brigham Young afirmou que o numero de novas matriculas tem diminuído consistentemente depois que A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias decidiu diminuir a idade para o serviço missionário tanto dos rapazes quanto das moças.

“A Universidade de Rexburg em Idaho declarou que perdeu 700 novas matriculas neste semestre.

“A Universidade afirma que as mudanças nas idades para os rapazes de 19 para 18 e de 21 para 19 para as moças é a principal causa da diminuição nas matriculas.

Todos os missionários Mórmons passam por um treinamento antes de partir para a área designada. Esta preparação acontece nos Centros de Treinamentos Missionários (CTM). Existem 15 CTM’s em funcionamento em varias partes do mundo, como em Provo – EUA, São Paulo – Brasil e Preston – Inglaterra.

Nos CTM’s os missionários aprendem o evangelho de Jesus Cristo além de algumas habilidades necessárias como, por exemplo, uma língua estrangeira:

“Nos centros de treinamento, os missionários recebem instrução religiosa e treinamento de idiomas. Eles também desenvolvem um entendimento e respeito cultural das áreas ou países onde servirão antes de partirem para seus destinos em mais de 120 nações. A duração do treinamento pode variar de três semanas a três meses, dependendo das necessidades linguísticas”.

A fim de atender ao recente crescimento do programa missionário, a Igreja SUD anunciou que converterá um prédio que abriga uma escola de segundo grau de propriedade da Igreja em um Centro de Treinamento Missionário no México.

Michael Purdy, um porta-voz da Igreja SUD disse o seguinte durante este anuncio:

“A liderança da Igreja tomou a decisão depois de considerar cada alternativa que poderia aliviar a demanda nos outros centros de treinamento missionários da Igreja ao redor do mundo, incluindo o CTM de Provo em Utah”.

Atualmente a escola de segundo grau, Benemerito de las Americas, esta localizada perto da Cidade do México e se tornará um centro de treinamento para os missionários que servirão no México e em outros países do Continente Americano. A mudança ocorrerá no fim do ano escolar, em junho. A escola esta aberta desde 1964 e hoje atende aproximadamente 2.100 estudantes.

Elder Russel M. Nelson presidiu a reunião e estava acompanhado pelo Elder Jeffrey R. Holland e outros lideres da Igreja.

Elder Holand reconheceu a tristeza dos estudantes e seus familiares quando souberam do fechamento de Benemerito, que foi estabelecia em 1964 e tem sido desde então, uma importante referencia educacional para os Santos dos Últimos Dias no México. Nos seus 49 anos de história a escola graduou mais de 23 mil estudantes.

“Eu posso ver as lagrimas em seus olhos”, disse Elder Holland. “Lagrimas é o que pagamos pelo sacrifício e amor”.

Enquanto expressava amor e apreciação pelo trabalho que foi realizado em Benemerito através dos anos, Elder Holland disse que seu novo papel será ainda mais significativo.

“Ao invés de algumas centenas de alunos a cada ano, milhares serão treinados, e aprenderão a amar o México, sua língua e povo”.

Este artigo foi escrito por Livi Whitaker, um membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

Recursos Adicionais

Saiba mais sobre o trabalho missionário da Igreja SUD

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